Era uma noite fria. O único ruído que podia ser escutado era o de uma chuva fina, quase silenciosa. Com um leve tremular, a brisa afastou ligeiramente a cortina delicada da janela, entrando no cômodo e enchendo de cheiro de terra molhada as narinas da mulher que estava ali, a observar pela fresta os campos que se estendiam além do vidro cheio de gotas de água. Ela respirou aquele ar como quem precisa de droga para se anestesiar. Do medo, das dúvidas, da angústia. E se... e se... e se... cada frase em sua cabeça naquele momento começava com aquela paralisante construção.
- Mãe? – a voz soou suave atrás dela.
Ela se virou e sorriu para o pequeno menino, por volta dos 8 anos de idade, de cabelos castanhos curtos e arrepiados.
- Não consigo dormir. – ele continuou, massageando os olhos.
Era hora de botar seus medos de lado.
A mulher se afastou da janela, pegou a criança nos braços e abraçou-a. Respirou o cheiro do filho como quem precisa de droga para se acalmar. Ninguém o tiraria dela, tiraria?
- Mãe? – a voz soou suave atrás dela.
Ela se virou e sorriu para o pequeno menino, por volta dos 8 anos de idade, de cabelos castanhos curtos e arrepiados.
- Não consigo dormir. – ele continuou, massageando os olhos.
Era hora de botar seus medos de lado.
A mulher se afastou da janela, pegou a criança nos braços e abraçou-a. Respirou o cheiro do filho como quem precisa de droga para se acalmar. Ninguém o tiraria dela, tiraria?
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